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O Último Exorcismo

por Bruno Ferreira, em 23.10.10

 

Não recomendo este filme a ninguém, tenho dito.

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Edge o top babyface do Smackdown?

por Bruno Ferreira, em 22.10.10

Vi este texto no blog Wrestling Noticias, mas o texto original é de Will Pruett e foi publicado em primeira mão no InsidePulse Wrestling, seguindo-se a tradução feito por Wolve do Wrestling Noticias, mas aqui fica o dito texto:

 

 

Se houve lutador que este ano esteve inconstante, esse foi Edge. O homem realmente teve falta de sorte. Primeiro, regressa na Royal Rumble e vence o combate que define o PPV e mostra-se um babyface contra as forças de Chris Jericho. Ai, ele tem a gimmick do “spear” e tem uma série de promos típicas de babyface que mostraram que esse não era o seu terreno. Ele não teve nenhum tempo de fora e rapidamente vai do Smackdown para o Raw. No Raw, rapidamente tornam Edge novamente heel e colocam-no numa rivalidade que nós nunca pudemos ver em 2007 contra Randy Orton. Isto levou a um hypado combate para um PPV, combate esse onde Randy Orton se lesionou e logo aí a rivalidade terminou. A partir daí, Edge andou a rodar o main-event, mas nunca teve uma shot ao título definida a não ser em combates com múltiplos adversários. Ai nunca houve aquela percepção que Edge poderia se tornar novamente campeão. As suas promos tornaram-se promos genéricas de heel que Edge fazia sem nenhum sentimento ou afinco. Não estou a dizer que o seu trabalho no Raw foi fraco, somente me pareceu desinspirado e muito semelhante ao que sempre vimos dele. Após ter andado umas semanas a feudar com um computador, Edge foi transferido para Smackdown e onde começou uma guerra contra a estupidez. Isto não é a melhor coisa que se pode ter no wrestling, já que ele está a mostrar o quão ridículo são alguns aspectos do negócio. A única coisa de bom que se pode tirar disto, é que o público está a mover-se para os lados de Edge e está a apoiá-lo. Com Edge a ganhar o apoio do público e a ajudar a colocar over a águia de Swagger (actualmente, o melhor manager no wrestling), estamos a ver a ver o babyface Edge a tomar formas como o babyface Randy Orton também as toma. Tirando o início deste ano, nunca deram a chance a Edge de mostrar essa faceta. Ele não incentiva que os fãs cantem, “Spear”, embora elas cantem isso. Ele não está a afastar-se de ser “Rated-R”, pelo contrário até acho que ele está usar isso para contrastar da direcção PG que a WWE tomou. Edge é actualmente uma óptima escolha para top babyface do Smackdown. Ao contrário de Undertaker e Rey Mysterio, Edge pode trabalhar numa agenda a tempo inteiro. Ele ainda faz house-shows e inclusive pode ser um legítimo draw nesse circuito. Edge pode trazer espectadores ao SyFy, através da expectativa do que pode fazer a seguir e esses espectadores não irão ficar desapontados. O principal aqui é que Edge pode colocar over jovens heels o que contrasta com a personagem de Undertaker que não permite isso e com Rey Mysterio que se recusa a isso (a recusa de job para Dolph Ziggler vem-me a memoria). Com a entrada de um movimento jovem no Raw que torna Randy Orton e John Cena como veteranos, no Smackdown, Edge pode adquirir esse papel. O talento jovem precisa de estar em evidência na brand azul e Edge tem a habilidade de fazer isso acontecer, algo que uma rivalidade entre Undertaker e Kane não pode fazer.

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1º Aniversário!

por Bruno Ferreira, em 21.10.10

 

É bem verdade, faz hoje um ano que criei o meu blog e fiz o meu primeiro post! Num ano mudou tanta coisa, mas vocês podem imaginar. Aqui partilhei momentos, sentimentos, recordações, memórias, aventuras, tudo o que me foi importante. E assim vai continuar a ser, se tudo correr bem, cá estarei assim o espero, para o 2º aniversário, e obrigado a todos que me seguiram até aqui e que vão continuar a seguir.

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The truth!

por Bruno Ferreira, em 20.10.10

 

Everybody lies.

But now, i'm telling you the truth.

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Mensagem de irmão!

por Bruno Ferreira, em 18.10.10

 

Mais um texto que não é da minha autoria, mas sim do meu irmão, João Lopes, aqui fica o mesmo:

 

"Aquela rotina que há muito tempo anseias quebrar é a rotina que eu desespero, esta coisa que se prolonga por anos e anos cada singular vez em que a diversão acaba e o "inferno" começa. Inferno porque não gostamos daquilo que estamos a fazer, porque aquilo não nos faz feliz e as tretas de que aquilo é o nosso futuro são mentira, basta olharmos para o nosso lado quando vamos na rua e vemos meninos de universidade já acabada com as expectativas em alto, e no fim andam a passear-se nas ruas da amargura a aceitarem o ridículo. E isto faz-me concluir que esta enfadonha rotina a que somos submetidos mais tarde não nos trás um futuro melhor, trás-nos uma rotina ainda pior. Temos que mudar, mas não temos possibilidade de tal, queremos ser felizes, mas não nos permitem tal coisa. Proíbem-nos de viver as coisas que dizem ser para os adultos, mas a verdade é que os adultos quando as vivem, vivem sem uma unha de emoção, com uma felicidade quase nula, já nós com cigarros, álcool e música potente entre outros "frutos proibidos", somos os reis, reis do nosso próprio mundo sem uma pitada de regras. Há aquelas alturas em que a nossa mente está tão saturada de ouvir em História o que se passou há não sei quantos anos atrás, ou em Geometria que isto vai dar a isto e se ligarmos ali temos aquilo, ou que em filosofia nos dão aulas que são autenticas injecções de sono. É irónico quando vivemos num sitio do qual estamos fartinhos até às pontas dos nossos maiores cabelos desse mesmo lugar e falamos com uma pessoa distante e quase que imploramos para viver onde essa pessoa está. No entanto essa pessoa faz exactamente a mesma coisa, implora para mudar onde nós estamos, isso é extremamente típico. E eu e o meu irmão Bruno, estamos nessa situação, O Porto chama-me, e o Algarve chama-lhe. Estamos nos 16/17 anos queremos aproveitar a vida enquanto podemos, enquanto muita coisa ainda é fácil, enquanto temos obrigações que podem ser quebradas enquanto que as obrigações que os adultos têm não podem ser quebradas, até porque não viveram a vida como deve de ser. Necessitamos de adrenalina, de sentir o sangue a fervilhar-nos e o coração no máximo batimento a correr ao encontro da incógnita felicidade juvenil. Queremos fod*r-nos para os problemas e viver o simples para depois termos de aturar o complicado. Queremos viver os nossos Amores, fazer com que as coisas possíveis se tornem em lógicas e concretizáveis. Não deixar nada por fazer enquanto podemos. Porque a vida é uma merda, e então por agora perdidos por cem perdidos por mil, mais tarde é que vamos pagar esses mil e dizer que isto tudo foi bom enquanto durou. Agora? Agora quero curtir uma semana no Porto com o Bruno e a Verónica. Reis sempre meu irmão!"

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As palavras da Verónica!

por Bruno Ferreira, em 17.10.10

 

Desde mais, como podem perceber pelo título, este texto não é meu, mas como as próximas linhas que se seguem reflectem muita coisa, resolvi colocar o mesmo aqui:

 

"Mais uma tarde e uma noite. Mais umas horas que passamos contigo. Mais momentos que me marcaram. Eu sei, que mais uma vez fui segundo recurso, como sempre serei. Tento acabar com isto dizendo "Não! Nunca mais!", mas não se pode dizer 'nunca' pois essa palavra não 'existe' no meu dia-a-dia. Não posso dizer "Nunca mais falo contigo!" porque, seja pelo o que for, vai ser sempre mais forte a vontade de te sorrir e de te cumprimentar. Eu sei que com o meu melhor amigo, é a mesma coisa, ou até mesmo pior. Porque eu consigo superar, ela não vem falar comigo, só se for para me pedir cigarros. Mas ela vai até ti, e tu não aguentas, ficas hipnotizado, sentes-te novamente feliz. Eu adoro ver-te assim, e é por isso que digo que adorei a noite de ontem. Mas depois lembras-te que és como eu.. Segundo recurso. Ficas de rastos, triste. E eu entro em pânico, porque ODEIO (completamente) ver-te assim! Há uns dias disseste-me "Eu podia voltar a ser amigo dela. Mas como tu não queres, eu não vou fazer nada!". Sim, eu não quero! Porque estou farta (!) de te ver sofrer! Porque quem está lá para te ajudar a recompor depois sou eu! E vens-me dizer "Verónica, tinhas razão! É sempre a mesma merda", mas é que é mesmo, nunca duvides. Não voltarás a estar em primeiro, porque nunca estiveste... Tenho pena em dizer isto, mas infelizmente tu sabes que é verdade. Ouves as mesmas músicas que ela, só porque ela gosta. Fazes tudo o que ela te pede. Vês todos os dias as vossas fotos/vídeos. É triste ver como estar apaixonado, pode fazer uma pessoa tão infeliz. Fazes-me ter vontade de nunca me apaixonar na vida. Não há nada mais a dizer, não existem palavras que possam descrever aquilo que sinto. Tenho saudades de algumas coisas do meu passado, mas também sei que essas coisas não estão incluídas no futuro."

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2 Days in Paris!

por Bruno Ferreira, em 17.10.10

 

Numa altura em que devia estar a estudar História e Cultura das Artes, resolvi ver um filme que me foi oferecido. 2 Days in Paris, em português, 2 dias em Paris, e a moral, é que por muitos romances que tenhamos, vai chegar um que apesar de nos chatear a cabeça 60% do tempo e nos espirrar na cara todos os dias de amanhã, vamos preferir esse espirro, do que beijos vindos de outra pessoa qualquer, porque aquele é o verdadeiro amor.

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Ciclo - Parte 2

por Bruno Ferreira, em 17.10.10

 

Hoje devo estar inspirado, por isso, aqui vai mais umas quantas palavras. Vrom, lembras-te da promessa que te contei naquela explanada? Esquece-a, não a vou cumprir, tal como tantas outras. João, Vrom, lembram-se da promessa que vos fiz no Skype? Essa vou cumprir, podem ter a certeza. Porque a vida é assim, dá voltas e voltas, e quando se ama alguém, tudo é perfeito quando a outra pessoa nos ama e confia em nós. É por isso que eu preciso de ir para Paris ver o verdadeiro amor, porque eu perdi o meu aqui, e ela não quer voltar. Eu amo-te, desculpa por tudo.

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Ciclo!

por Bruno Ferreira, em 17.10.10

 

 

 

Um cigarro, um fino, uma noite, vocês as duas, foi tudo o que eu precisei para ter mais uma noite e voltar a sorrir! Tal como temos músicas que nos lembram como tudo começou, hoje dou-te uma sobre como tudo acabou! Porque eu decidi dar ouvidos à minha melhor amiga, quando me disse que isto é um ciclo, em que por muito que façamos, as nossas acções vão-nos perseguir para sempre, e também para sempre vamos ser julgados. Por isso, eu afasto-me, com dor, mas afasto-me, e levo a minha melhor amiga comigo, nós amamos-te e é por isso que nos vamos embora.

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Conselho #1

por Bruno Ferreira, em 15.10.10

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